Mídia Digital instrumento estratégico para repercussão dos valores organizacionais

{ Posted on jan 27 2010 by Caroline Marinheiro }

Quando uma organização é entendida e percebida pelos seus stakeholders com uma imagem e reputação sólida esse é, certamente, o melhor dos cenários para essa empresa. E, também, pode-se concluir que a base de toda essa repercussão – a sua identidade, está sendo muito bem trabalhada pela comunicação organizacional.

Entretanto, nem sempre as organizações encontram esse cenário, uma vez que a imagem e reputação da empresa é um processo complexo, formado em rede e que nem sempre está relacionado à experiência direta que os stakeholders provam com a organização.

Isso se deve a um aspecto que não pode ser excluído dessa reflexão que é a opinião pública. Ela é formada a partir das experiências adquiridas em todos os pontos de contato, que as pessoas têm ou mantém com as empresas. Essa experiência pode acontecer em uma simples ligação telefônica por meio de um tele-atendimento, ou em uma situação de atendimento presencial e que envolvam outras pessoas neste contato. Daí quando essa experiência for satisfatória e atender a expectativa daquele cliente ou consumidor, naturalmente a opinião pública que será formada a partir desse fato será positiva, caso contrário não há esforço de comunicação e marketing que poderá reverter uma situação desagradável. Todavia, existe uma terceira situação a das pessoas que tiveram uma experiência negativa, comecem a influenciar e contaminar a opinião das que ainda nem a experimentaram. 

Neste contexto onde a imagem e reputação são determinantes, as mídias digitais assumem um papel estratégico para estabelecer uma comunicação real e de diálogo com todos os stakeholders. Mas antes mesmo de se avançar nessa reflexão algumas perguntas devem ser realizadas e, exaustivamente, deve-se buscar as suas respectivas respostas. 

> Como estamos nos comunicando? Qual a imagem que queremos passar? Onde queremos chegar? E como gostaríamos de ser percebidos?

E para que se torne realidade à aplicação das mídias sociais com esse objetivo. A maior premissa para a implantação das novas tecnologias e, principalmente, das mídias digitais é a interatividade, e isso na rotina das organizações pode ser traduzida como relação de diálogo. Esse diálogo tem que ser para valer, ou seja, a abertura de uma plataforma digital (intranet, fórum e blogs corporativos) deve ser legítima, onde esses canais possam ser instrumentos de perguntas e respostas entre todos os públicos envolvidos. E é a partir desse processo de comunicação, que se estabelece a construção dos valores da empresa. Assim as mídias digitais, agora, assumem o papel de aliadas desse diálogo.

Para que as mídias digitais sejam implantadas nas organizações, elas devem ser compreendidas em sua totalidade, como um instrumento estratégico de consolidação dos valores da organização. Mas para isso, elas devem estar devidamente preparadas isso porque essa lógica é eminentemente interativa e exige uma lógica aonde às perguntas virão à tona, sejam elas do empregado, do consumidor, da comunidade e todos esses que ficarão atentos e principalmente, ansiosos para o recebimento das suas respostas.

Hoje a informação passou a ser uma commodity, as pessoas têm acesso a elas por inúmeras portas de entrada, mais uma razão de se inserir a lógica das novas tecnologias de comunicação dentro das organizações para que os seus valores sejam consolidados.    

Segundo Gabriel Rossi da Digital Branding, “…. É vital ter em mente que a tecnologia é apenas uma commodity de toda esta história e perceber uma chance clara de aprender diariamente e humanizar o negócio, mostrando que há pessoas de carne e osso por trás dele. Outra questão importante é entender que a transparência não é mais uma questão de escolha. O consumo ganhou uma nova forma. A erosão de confiança que instituições mais tradicionais vêm sofrendo, deixam o consumidor ainda mais cínico. Rossi acredita que o conteúdo da Wikipédia, plataformas de busca e o crescimento da internet móvel obriga companhias de diferentes tamanhos e formatos a serem inteiramente dedicadas à transparência. Caso contrário terá vida curta, morrendo na caótica irrelevância.”.

 

Adriana Miranda

Publicitária, especialista em Comunicação Empresarial Syracuse University – NY  e  mestre em Marketing pela UFSC. Atual Coordenadora de Atendimento e Planejamento da Exercere Comunicação Dirigida, Belo Horizonte – MG. adrianda@uol.com.br ; twitter.com/adrianamirada

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51ª e 52ª curiosidade sobre as marcas

{ Posted on jan 07 2010 by Caroline Marinheiro }

new-coca-cola-bottle51 – O logotipo da Batavo, empresa fundada por imigrantes holandeses, é composto pela figura de uma garota de tranças e chapéu, caracterização adotada pelas holandesas do início do século XX durante festas rurais.

52 – Pemberton vendeu os direitos de comercialização da Coca-Cola cinco anos depois de criar a bebida. Quem comprou foi um empresário chamado Asa Griggs Candler. Muita gente diz que Pemberton fez besteira ao vender a fórmula. No entanto, quem entende do assunto, sabe que o sucesso não vem do sabor da bebida em si, mas sim do marketing. Por isso Candler é considerado o grande gênio por trás da Coca-Cola. Foram suas táticas agressivas de propaganda popularizaram a marca. Mesmo assim, Candler não era infalível. Até 1894 a Coca-Cola era vendida somente em copos abertos de 237 mililitros, diretamente em pontos comerciais. Nesse mesmo ano um comerciante chamado Joseph Biedenharn propôs a Candler vender a bebida em garrafas. Candler achou que não faria sucesso e, cinco anos depois, vendeu os direitos de engarrafamento por apenas um dólar.

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Fatos interessantes sobre grandes marcas (continuação)

{ Posted on jan 06 2010 by Caroline Marinheiro }

cotonete41 – Diz a lenda que o sistema de busca criado por Page e Brin, o Google, foi esnobado pela Yahoo, na época dona do maior buscador da internet.

42 – O logotipo da Ferrari tem uma origem inusitada. Em 1923, após ganhar uma corrida, Enzo Ferrari conheceu uma senhora. Ela era mãe de Francesco Baracca, um piloto italiano que tinha lutado na I Guerra Mundial. Muito bom de mira, Baracca era mestre em derrubar os aviões inimigos. Para dar sorte, ele costumava pintar um cavalo empinado num lado da aeronave. A mãe dele quis que Enzo compartilhasse dessa mesma sorte e pediu a ele para também pintar o cavalo em seu carro de corrida. Uma vez que Enzo também tinha lutado na I Guerra, ele aceitou o conselho da dona Baracca e pintou o cavalinho, desenho que mais tarde se tornaria o logotipo de sua empresa.

43 – O inventor do isqueiro Zippo era apaixonado por engenharia. Uma das coisas que mais o fascinava era o projeto do zíper. Ele gostava tanto que na hora de batizar sua própria criação se inspirou no termo zipper.

44 – E por que o sobrenome dos fundadores é Toyoda e da fábrica é Toyota? Mais um caso de termo mudado para que a pronúncia no exterior ficasse mais simples e fácil de lembrar.

45 – Cotonete é um termo inventado pela Johnson & Johnson. Ele une cotton (sem um dos t’s) ao sufixo ete (cotonete), muito usado no diminutivo de diversas palavras.

46 – Quando chegou ao Brasil, o Volkswagen ainda levava esse nome. Acontece que a palavra volkswagen não é fácil de falar na nossa língua. Então logo arranjaram um apelido para o carro, que passou a ser chamado de volks (folks, na pronúncia em alemão). Porém, caro leitor, a língua e dinâmica e bem sabem os lingüistas que ela busca a facilidade. Por isso logo o volks foi aportuguesado, transformando-se em fusca.

47 – Em 1955, ao encontrar dificuldades para escoar sua produção para São Paulo, a Sadia arrendou um avião para levar os produtos para lá. O transporte ajudou muito a companhia, mas também chamou a atenção do consumidor comum, interessando em comprar passagens de avião. Vendo aí uma boa oportunidade, a diretoria criou a Sadia S.A. Transportes Aéreos. Inicialmente levando passageiros de municípios catarinenses para a capital paulista, a companhia cresceu e logo ganhou mercado em outras regiões. Na década de 70 já era uma das maiores linhas aéreas do país. Nessa altura os donos resolveram desvincular a palavra Sadia (alimentos) e criar uma nova marca para a companhia aérea. Surgia assim a tão conhecida Transbrasil, que infelizmente veio a falir em 2001.

48 – A palavra sucrilho é uma mistura entre o termos sugar (açúcar), crisp (crocante) e milho. Só é usada no Brasil. Nos países da América que falam espanhol Sucrilhos se chama Zucaritas. O nome do tigre é Toño.

49 – A marca Blue Tree é a tradução para o inglês do sobrenome da fundadora da empresa, Chieko Aoki.

50 – Em 1905 a Faber-Castell lançou o lápis Castell 9000. Esse produto praticamente criou todos os padrões de material, tamanho e maneira de produção dos lápis fabricados dali para frente.

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Fatos interessantes sobre grande marcas (continuação)

{ Posted on dez 23 2009 by Caroline Marinheiro }

31 – …Dois desses importadores eram Phil Knight e Bill Bowerman. Fascinados com a qualidade dos tênis da ASICS, eles venderam muito para o mercado americano. Depois de dez anos, decidiram que deveriam fabricar calçados também. Ao batizar a nova empreitada, eles escolheram o nome da deusa grega da vitória, Niké.

32 – Duas teorias explicam o nome da Pizza Hut. A primeira diz que os fundadores não tinham muita grana quando resolveram abrir a empresa. O jeito foi alugar uma loja mais em conta. Escolheram então um prédio esquisito e meio abandonado, em forma de cabana. Essa aparência serviu para compor a marca da empresa, que uniu o nome do principal produto (pizza) à palavra inglesa hut (cabana). Outra teoria afirma que o nome da marca Pizza Hut surgiu de um problema com o letreiro da loja. A pouca grana fez com que os dois irmãos só pudessem comprar um letreiro pequeno para a primeira pizzaria. Depois de escreverem a palavra “pizza”, só sobrou espaço para um nome com três letras. Daí entrou o termo hut, para dar a idéia de “cabana da pizza”.

33 – Existem 70 tipos diferentes de Fanta, muitas delas baseadas no gosto específico do consumidor local. A mais famosa é a de laranja. Porém ela muda de país para país, variando a porcentagem de suco natural diluído na bebida. No Brasil, onde mais se consome a de laranja, a quantidade de suco natural na bebida é a maior do mundo (10%). Em alguns países a concentração é de 2%.

34 – A morte de Jack Daniel, criador da marca Jack Daniel’s, teria sido assim. Certo dia ao chegar no escritório bem cedo, ele tentou abrir seu cofre, no entanto não lembrava da combinação. Puto da vida, Jack teria dado um belo chute no cofre e arrebentado o dedão do pé. O machucado virou uma ferida maior e ele teria morrido de infecção generalizada. Segundo o site da Jack Daniel’s, a lição que se tira dessa história é “não vá trabalhar cedo”.

35 – A Philips esteve envolvida diretamente nas invenções da fita K7, do CD e do DVD.

36 – O inventor da arma AK-47, Mikhail Timofeevich Kalashnikov, nunca ganhou um tostão pela invenção do rifle, apesar dos russos terem vendido cerca de 100 milhões de armas como essa.

37 – Ferruccio Lamborghini era um rico empresário, dono de uma fábrica de tratores. Adorava carros de corrida e os colecionava. Sua marca preferida era a conterrânea Ferrari, apesar de achar que o câmbio desses carros não eram lá essas coisas. Certo dia Ferruccio resolveu dizer isso diretamente a Enzo Ferrari. O dono da escuderia respondeu secamente: “senhor Lamborghini, não acho que alguém que fabrica tratores tenha autoridade para criticar meus carros”. Com raiva, Ferruccio prometeu fazer seus próprios carros. Surgia a Lamborghini.

38 – O logotipo da Bic foi criado pelo artista Raymond Savignac. O desenho, feito para atrair a atenção das crianças, é de um menino com uma esfera no lugar da cabeça e segurando uma caneta nas costas.

39 – O relógio da Omega modelo Speedmaster continua a ser o primeiro e único relógio a ter sido usado num corpo celeste além da Terra.

40 – De onde vem o termo Nokia? Na verdade esse é o nome de um pequeno mamífero que habitava a região na qual passa o rio, uma espécie de marta. O curso d’água acabou ganhando o mesmo nome, assim como a cidade que foi construída em suas margens. Então temos, por ordem, um bicho chamado Nokia, que deu a um rio o seu nome. O rio, por sua vez, batizou a cidade. A cidade batizou a empresa.BIC_BIC_WITE_OUT_QK_pen

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Fatos interessantes sobre grandes marcas (continuação)

{ Posted on dez 22 2009 by Caroline Marinheiro }

novalata21 – A Minnesota Mining and Manufacturing Corporation, conhecida como 3M, é responsável pela invenção do Post-it e do Durex, entre outros. Estima-se que 25% da população mundial use pelo menos um de seus produtos por dia.

22 – O senhor José Balbino Siqueira fundou um banco para atender as necessidades de agricultores que atuavam nas proximidades do município de Pratápolis. Batizou seu empreendimento de Banco Itaú, em referência a uma antiga denominação dada pelos índios àquela região. Em tupi-guarani, a palavra itaú significa pedra preta. Os nativos deram esse nome à área por encontrarem ali muitas rochas de cor escura.

23 – A Ford não é apenas uma fábrica de carros. A marca será lembrada sempre por ter popularizado a linha de produção, processo de fabricação que mudou completamente o sistema capitalista.

24 – O Comandante Rolim, fundador da TAM, fez seu primeiro vôo solo tendo estudado apenas 9 horas.

25 – King C. Gillette inventou o barbeador seguro: não precisava amolar e não oferecia o perigo da navalha. A idéia era boa, no entanto os homens estavam acostumados a freqüentar a barbearia. Dotado de um senso comercial extraordinário, Gillette enviou gratuitamente um de seus aparelhos de barbear para cada soldado americano durante a I Guerra Mundial. Como King sabia, os militares precisam estar bem barbeados sempre e sua invenção poderia proporcionar isso de um modo mais rápido e eficaz. Depois de terminado o conflito, os soldados que voltavam tinham adquirido o hábito de barbear-se em casa, ao invés de irem ao barbeiro. A novidade logo se espalhou e o mercado da nova invenção cresceu de um modo surpreendente.

26 – A Colt colocou no mercado as primeiras armas com tambor, capazes de disparos consecutivos. Baratas, fáceis de usar e letais eram as armas Colt. Por isso que muitos dizem que Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.

27 – Jesus Norberto Gomes, criador do famoso Guaraná Jesus, era ateu.

28 – O nome do cigarro Marlboro é uma referência à rua na qual ficava a sede da empresa em Londres, a Great Marlborough Street.

29 – No início do século XX a empresa americana Converse criou um modelo de tênis destinado a jogadores de basquete. Para divulgar a marca, eles contrataram um jogador chamado Chuck Taylor para desenvolver o calçado e participar das propagandas. Nascia o Converse All Star Basketball Boots – Signed by designer Chuck Taylor. Conhecido aqui simplesmente como All Star, o tênis da Converse fez o maior sucesso nos EUA, tendo ficado famoso até no Japão…

30 – …Na terra do sol nascente, o All Star chamou a atenção do empresário Kihachiro Onitsuka. Num primeiro momento ele copiou descaradamente o modelo do tênis americano. Porém, o tempo foi passando e ele desenvolveu vários aspectos do projeto, especialmente o solado. Rapidamente ele já fazia calçados melhores que os da Converse, em geral voltados para a prática de esportes. Surgia a Anima Sana In Corpore Sano, mais conhecida pelas iniciais ASICS. Fazendo o movimento contrário, os tênis da ASICS passaram a ser exportados para os EUA…

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Fatos interessantes de grandes marcas (continuação)

{ Posted on dez 18 2009 by Caroline Marinheiro }

maizena11 – A marca Maizena surgiu de maíz, palavra espanhola que significa milho e que por sua vez tem origem num idioma falado por indígenas do sul do México.

12 – O inventor do champanhe, o monge beneditino Pierre Perignon, o qual também inspirou o nome da marca Dom Perignon, foi na verdade contratado pelos vinicultores franceses para achar um modo de impedir que o vinho “estragasse” e virasse espumante. Ao contrário das expectativas, Perignon ignorou os pedidos e percebeu que a bebida tinha potencial.

13 – A Motorola fez fortuna vendendo aparelhos eletrônicos para automóveis. O mais conhecido deles deu nome à empresa. Era um rádio de carro, batizado com um nome que pretendia associar os conceitos de carro (motorcar, em inglês) e Victrola, uma marca de aparelhos de som muito famosa à época.

14 – A grande sacada dos irmãos Clemens e August Brenninkmeyer, fundadores da C&A, foi apostar numa mudança dos hábitos dos consumidores. Antigamente as lojas vendiam os tecidos inteiros aos clientes, como era tradição. Depois os panos eram levados a um alfaiate ou costureira. Os Brenninkmeyer acharam por bem mudar um pouco as coisas e resolveram vender roupas já prontas, quando a idéia de ter roupas com tamanhos padronizados ainda parecia absurda.

15 – O fundador do Hotmail investiu 300 mil dólares para criar o site, o primeiro a oferecer acesso a uma caixa de e-mails de qualquer computador. Dois anos mais tarde ele venderia sua criação por 400 milhões de dólares, pagos pela Microsoft de Bill Gates.

16 – A Xerox, além de inventar a fotocopiadora, foi responsável por criar o primeiro software com interface gráfica (com ícones e janelas) e o mouse. Infelizmente para eles, os diretores da empresa não acharam a idéia boa. Foi então que um cara chamado Steve Jobs entrou em cena…

17 – …Jobs comprou o software da Xerox e investiu em seu desenvolvimento. Pouco tempo depois ele lançaria o revolucionário Macintosh e seu software com interface gráfica chamado Mac OS. No entanto, o dono da Apple cometeria um erro grave. Entre os especialistas que o ajudaram o desenvolver o novo software estava um rapaz chamado William Gates…

18 – …Gates se integrou ao projeto e aprendeu tudo o que podia sobre a interface gráfica. Aprendeu tanto que no dia em que Jobs lançou oficialmente o Macintosh soube que a Microsoft já estava vendendo versões piratas do Mac OS no Japão, batizadas com o nome Windows.

19 – A General Motors foi a líder em vendas de veículos no mundo durante 77 anos, apesar da Ford ter inventado esse mercado. Seu diferencial era vender carros para segmentos específicos de clientes, enquanto a maior concorrente vendia veículos iguais.

20 – O Red Bull que tomamos é baseado numa bebida inventada na Tailândia, chamada de krating daeng (touro vermelho).

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Fatos interessantes sobre grandes marcas

{ Posted on dez 17 2009 by Caroline Marinheiro }

adidas-adidas-213895_1600_1200Curiosidades e um pouco de história de grandes marcas que estão aí dominando o mercado. Veja aqui 10 dos 52 fatos publicados no site sedentario.org e enviado como dica para o CPMG pelo Adalberto Ribeiro.

Amanhã tem mais.

1 – O atual logotipo da Shell foi criado em 1971 pelo artista Raymond Loewy. Essa cara também é responsável por criar o desenho da garrafa da Coca-Cola e o logo da Lucky Strike.

2 – A Ray-Ban criou os dois mais populares modelos de óculos do mundo: o Ray-Ban Aviator, seguido pelo Ray-Ban Wayfarer.

3 – Uma garrafa de Perrier chega a produzir 50 milhões de bolhas.

4 – Adolf Dassler começou uma fábrica de tênis com o irmão. Depois de décadas trabalhando juntos, os dois brigaram e cada um seguiu seu caminho. Adolf abriu uma nova empresa, a qual ele batizou usando seu apelido (adi) e as três primeiras letras de seu sobrenome (das), criando a Adidas. Já o irmão dele, Rudolf…

5 – ….abriu uma fábrica também. Pensou em batizar de Ruda, no mesmo esquema da empresa do irmão, unindo as duas primeiras letras de seu nome e sobrenome. No entanto, achou que a marca não soava bem e resolveu trocá-la por Puma.

6 – As fábricas japonesas destruíram a produção de motocicletas norte-americana. Com o Japão vendendo produtos mais baratos e confiáveis, em poucos anos já não havia uma fábrica americana sequer funcionando, exceto uma: a Harley-Davidson. A tática deles? Enquanto o Japão produzia “motinhas” econômicas e baratas, a Harley-Davidson optou por segmentar seus produtos, fabricando motos “de verdade”, com motores cromados e potentes, guidons inovadores e pinturas que encantavam os olhos dos consumidores.

7 – A Pepsi foi a primeira a vender seu refrigerante em garrafas de dois litros e a oferecer ao consumidor uma versão diet da bebida.

8 – A GlaxoSmithKline, proprietária do famoso Sonrisal, não sabe explicar a origem do nome da marca do antiácido. Depois de uma extensa pesquisa, com a ajuda dos internautas, o DM concluiu que o nome seria a mistura das palavras em espanhol sonrisa (sorriso) e sal. Uma óbvia combinação para expressar a idéia de que tomar o antiácido (sal de frutas) faria o consumidor voltar a sorrir, deixando a incômoda indigestão no passado.

9 – O nome da CVC vem das iniciais de um dos sócios fundadores da empresa, Carlos Vicente Cerchiari. No entanto, Cerchiari nunca viu a companhia fazer sucesso. Ele saiu da sociedade apenas dois anos depois, vendendo sua parte para o outro sócio.

10 – A Johnnie Walker sempre fabricou excelentes uísques, mas foi a propaganda que mostrou a marca ao mundo. A primeira ação foi diferenciar o produto. Já no lançamento do Black Label eles introduziram uma garrafa quadrada, a qual não levava um rótulo reto como os outros uísques, porém um rótulo colado com 24 graus de inclinação.

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Ulisses Zamboni no CPMG – o inconsciente começa a tomar conta da comunicação.

{ Posted on nov 27 2009 by Cláudia Câmara }

(Post que era pra falar sobre a palestra do Ulisses Zamboni. Mas que acabou sendo um texto inspirado no que ele disse.)

Idéias que valem a pena compartilhar. O conceito que move o TED (www.ted.com) resume a onda de generosidade que vem dando o tom dos relacionamentos no mundo.

No ciclo dos comportamentos depois do individualismo ferrenho dos anos 90 era quase de se esperar que as almas abarcassem sonhos coletivos.

Do salve-se quem puder ao unidos venceremos.

Estamos generosos, abertos, amorosos, praticamente em estado de Woodstock comungando do mesmo desejo de conhecimento e mudança.

Pára tudo!

Era pra ser uma introdução ao modo como pretendo descrever a palestra do Ulisses Zamboni para o CPMG e por um triz me perco, falando sobre um assunto que tem me intrigado muito ultimamente – o modo intenso como o discurso da sustentabilidade vem influenciando o discurso empresarial e, claro, o comportamento de todos.  Me impressiona esse movimento, essa profissão de fé desencadeada aqui no Brasil pelo TEDxSP, todo mundo querendo mudar o mundo. E vai ver é assim que as coisas funcionam mesmo. Mas isso é assunto para depois. Vamos nos concentrar no Ulisses Zamboni. Vou contar sua palestra como quem descreve um vídeo.

Ele chega, todo de preto, elegante, simpático e sereno. Sobe ao palco e conquista a atenção de todos soltando uma dessas constatações que trazemos dentro da gente, mas que se confirma e se consolida apenas quando a ouvimos na boca de quem respeitamos. Ele diz: a ignorância é uma das aliadas da ousadia. E diz isso para explicar que ousou aceitar a presidência do GP de São Paulo e antes, ousou abrir a Santa Clara há quatro anos, pelo mesmo motivo – por pura ignorância da dimensão do que estava fazendo. Não precisou dizer que a “ignorância” que alimenta a ousadia se restringe a esse papel.

Era uma introdução à mensagem que, de fato, ele pretendia deixar para os publicitários que o assistiam no auditório do Museu Abílio Barreto: o mercado de hoje não se satisfaz mais com previsibilidades mensuráveis. O mercado não aceita mais receitas prontas, obrigado. Disso estamos mais do que servidos, estamos enfarados.

E Ulisses foi longe para comprovar sua tese – se na Idade Média os homens viviam (confortavelmente, na minha opinião), segundo os dogmas, hoje somos obrigados a conviver e a decifrar a complexidade interativa. É o tal do livre arbítrio que nos força a fazer escolhas o tempo todo e a arcar com as consequências de cada uma delas.

Se antes as regras eram claras, isso-pode isso-não-pode, agora a extrema liberdade toma uma dimensão estratosférica quando somos nós, os profissionais que temos obrigação de, no mínimo, aparecer com relevância no campo de visão das pessoas com tantas escolhas. Um inferno. Uma luta fazer diferença num cenário onde todas as marcas estão rebolando para serem ou parecerem ser, diferentes.

Qual a solução? A ignorância como combustível da ousadia e, por sua vez, a ousadia com causa, ousadia fundamentada na inteligência criativa.

Em sua palestra Zamboni visitou Freud e Jung, os pioneiros que colocaram um alto-falante no inconsciente. Mencionou Skinner, Pavlov e Watson como os simplificadores do comportamento “macaquético” (behaviorismo) que acachapava as entrelinhas do comportamento humano resumindo tudo ao reflexo condicionado. E chegou ao século XXI, a era que se volta para as pessoas e que respeita suas complexidades.

O inconsciente começa a tomar conta da comunicação. E há que se fazer mais do que um jingle fofo de trinta segundos ou uma piadinha visual pra meia dúzia rir e esquecer.

Era isso o que o Zamboni queria dizer – go beyond do ahead. O negócio é tão complicado quanto parece mesmo. Portanto, meus colegas planejadores, publicitários e clientes, arrisquem! Seguir trilhas e linhas pré-estabelecidas é ótimo para quem quer chegar com segurança onde todos chegam. Ou seja, lugar comum, lugar nenhum.

Zamboni, volte mais. O assunto rende e você nunca é suficiente!

Claudia Camara

Usine Comunicação Estratégica

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9 Tendências Digitais para 2010

{ Posted on nov 18 2009 by Caroline Marinheiro }

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Listar tendências é sempre uma tendência principalmente quando tudo que grandes especialistas conseguem ouvir são perguntas do tipo “o que vai acontecer com a internet daqui a um tempo?” ou “me conta o que vai mudar”. Bom, ta aí mais uma lista sobre tendências digitais publicada no Branding Strategy Insider e compartilhada pelo Adalberto Ribeiro, amigo do Clube.

1: Facebook replaces personal email

Question: Google has it, Hoover has it (in the UK anyway), TiVo had it, lost it and has somewhat got it back. Xerox had it, but nobody really cares anymore. So what is it?

It’s when a brand name becomes the verb associated with its use. So rather than searching, you Google, or TiVo when digital recording a television show. Arguably an even more powerful synonym is when a brand becomes a noun, such as Polaroid, for instant developed photographs, although that didn’t end so well.

The newest one would seem to Facebook, although it has too meanings.

‘I Facebooked you’ could mean that you the person has added you as a Facebook friend or they sent you a private message though Facebook. The latter would seem to be of more interest as no-one has really owned this type of communication before. No brand ever became synonymous with email. To Hotmail or Gmail someone just never happened.

So the interesting and overlooked disruption of Facebook is its displacement of personal email as a communication tool. Completely permission based, no SPAM (yet), and no address book required – your friends are already on Facebook.

2: Open source software starts making proper money, thanks to the cloud

There’s something starting to happen within the open source software world. Projects that were typically for the purview of programmers, or at least technophiles, are now available to the masses.

An example is Beanstalk a fully hosted, version controlled code repository that uses the Subversion open source project. The big deal is that to set up and maintain a Subversion repository can be a pain – plus you need a server if you want to give access to anyone. Beanstalk has created a subscription based service that, for a small fee, removes the hassle. Services like this can only really exist with cloud computing infrastructure – so companies such as Beanstalk don’t have the huge upfront capital outlay for servers, they only pay for what their customers use. With the right skills any open source project can be commercialized in this manner.

3: Mobile Commerce – the promise that has never delivered, yet.

As annoyingly tantalizing yet esoteric as the word ‘convergence’ has been over the last 10 years, mobile commerce has promised much but never delivered. Mobile phones have delivered real benefits to societies world wide and in developing nations are used commonplace as devices for the transfer of money.

However, until only very recently in the nations that invented and first adopted mobile technologies, has use of your most precious device been extended to payment for goods and services. With the advanced browsers of iPhone and the Android platforms one could pay for goods through full e-commerce sites, but who really wants to fiddle around with a phone in one hand and a credit card in another?

The game changer is the iPhone / iTunes platform. In-app purchases on the iPhone can tempt users to buy small items, upgrades, updates, etc, while iTunes holds their precious credit card information. All, of course, is done in seamless fashion, enough to promote impulse purchases. Would seem like an easy task for this to be extended to other platforms with PayPal or Google Checkout. But we have been here before haven’t we?

4: Fewer registrations – one sign-in fits all

I use a great application on the Mac platform that securely holds my login details for upwards of 50 different sites. It means that I don’t have to use the same password for each site and that I don’t have to search around for post-it notes (my 1998 method) to log into the site I joined a week ago.

However, I’m starting to resent having to register for anything ever again. I don’t see why, to leave a particularly pithy comment on a blog or news site, I have to register all over again. I’m sure I’m not the only one and that’s why services like Facebook Connect and OpenID are particularly useful and will continue to be adopted at great speed through 2010. Who knows where these might go? Perhaps next year I’ll be able to pay for something using my Facebook login.

5: Disruption vs. Continuity – Alternatives to the “Big Idea”

As the significance of social networks continues to grow, businesses are investing more in community building as a marketing driver. According to the recent Tribalization of Business study released by Deloitte, 94% of businesses will continue or increase their investment in online communities and social media and, for the majority of these companies, their marketing function will drive this investment. At the same time, as evidenced by Google’s recent release of “free floating” social tools, such as Google Waves and Sidewiki, there is an increasing shift towards online identity and social activity being an integrated part of the network as a whole, rather than concentrated within discrete platforms such as Facebook.

With the increasing emphasis on marketing and advertising through social networks and the increasing pervasiveness of social tools, marketing objectives come into conflict with advertising techniques. While advertising has often sought to distinguish itself and stop the consumer in their tracks with a disruptive “big idea,” the emphasis is shifting toward persuasion through fitting organically into the consumer’s social sphere. It will always be the objective of marketing to provide creativity and novelty, but the way in will increasingly be one of persistence and continuity.

6: Self-Sufficiency – The Continuing Evolution of Web-Driven,Open Source DIY Culture

Much has been said about the power and potential of collective intelligence. From solving complex problems through crowd-sourcing, to reconfiguring industries to be leaner and more innovative by harnessing the expertise of a network of independent suppliers, many of the breakthrough solutions of tomorrow appear to lie in more effectively pooling the resources and intelligence of our increasingly networked world.

On the other side of the equation, the power of pooled intelligence and networked resources have empowered individuals to take on more and more complex undertakings themselves. From drawing on the collective intelligence of blogs and university open courseware to educate themselves, to services like ponoko, spoonflower and cafe press that facilitate small-scale production, to offline resource pooling like pop-up retail and collective office spaces, individuals are discovering that it has never been easier to try doing it themselves.

While we find new ways to thrive in a still struggling economy, expect to see lasting changes coming from empowering individuals to work together to become more ever more self-sufficient.

7: Info-Art

Where we once had pop-psychologists and pop-philosophers, we now appear to have pop-statisticians and pop-economists. The growing wealth of data and the access to rich and diverse data sources that are significant byproducts of information networks have made the art of data analysis a defining skill of our times.

By the same token, the skill of elegantly visualizing that data has become a defining art of our time. The art of the infographic is becoming increasingly pervasive as people look more and more to the growing amount of data at our disposal for insight, and more refined as the interactions of that data becomes more complex.

With an ever increasing need for real-time analysis of a growing torrent of raw data, expect to see greater innovation spurred by more elegant ways of capturing and visualizing information by a growing number of
info-artists.

8: Crowd Sourcing

Across many industries and organizations, crowd sourcing will become a growing tool as part of elance outsourcing strategies. Organizations will mobilize the passionate special interest groups to not only carry a message but, even more importantly perhaps, to lead and take part in activities on their behalf.

Predictions for 2010 are not as rosy as we all hoped and budgets for just about everything continue to be cut, encouraging ‘creative’ thinking regarding getting things done and done well.

From political canvassing to software development, from people journalism to environmental activism, we will see huge growth in crowd sourcing models provoked and led, largely, by digital social media strategies.

9: More Flash, Not Less

Outside of the obvious brand sites, micro-sites and media sites (video, games, etc.) Flash has often been looked down upon if not completely discounted by techies and search engine optimizers alike. It seemed to face an uncertain future as a viable tool for serious websites and applications such as eCommerce tools and corporate websites. As it is, Adobe’s rich media tool has enjoyed the grit and determination of its advocates and external development community. Several tricks, authoring tools and server side scripting workarounds have meant that Flash built websites no longer serve up a single, impenetrable page. They offer deep, searchable, indexable sites that will allow acute, detailed traffic and behavioral analytics and search engine optimization.

As websites continue to increase in their importance as a company’s storefront, the demand for rich, brand-extending experiences will also increase. Further proliferation of (lightning speed) broadband will reduce download issues while the adoption of Flash on mobile devices will dramatically increase and fuel reach and the desire/need for highly usable, brand transporting, conversion oriented experiences

Courtesy: Nuri Djavit, Paul Newnes, Adam Phillip of Last Exit

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Planejando com vento a favor

{ Posted on ago 19 2009 by Adriana Machado }

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Planejar não é algo novo. Na verdade, fazemos isso há muitos e muitos anos. E, se não fosse assim, não teríamos saído das cavernas, dominado o fogo e nos instalado em estufas de vidro geladas por potentes aparelhos de ar-condicionado. (Eu falei que planejamos desde sempre, não que sempre planejamos bem ou certo).

O fato é que é quase impossível realizar alguma coisa sem um mínimo de planejamento. Se você decidir sair de casa agora vai ter que pensar: com que roupa? Faz frio ou calor? Volto para casa hoje ainda? Não é necessário (nem sequer desejável) estruturar toda decisão em fases ou etapas, elencar os recursos necessários para cada objetivo pretendido e nem precisamos chamar isso de planejar.

Ainda assim, parece que o planejamento está na moda. Particularmente na comunicação. Recebo e-mails diariamente de pessoas interessadas na área: em estagiar, trabalhar, conhecer, estudar. Os eventos do GP – nosso irmão mais velho e grande inspirador – são cada vez mais e bem frequentados. Fomos muito bem recebidos – pelas agências, clientes, veículos, parceiros, amigos, estudantes, escolas – quando lançamos o CPMG. Continuamos a receber apoios valiosos a cada etapa da estruturação do Clube.

O vento sopra a nosso favor e isso é muito bom. Mas é bom, também, termos um pouco de cautela e um tanto de humildade. Em primeiro lugar: nosso ofício é coletivo. Nada do que fazemos pode ser feito exclusivamente por nós. Segundo, quando somos muito bons, o máximo que podemos fazer é ajudar o grupo a ser melhor: organizar melhor o raciocínio do cliente, complementar as informações que o atendimento já levantou, inspirar os criativos, instigar a turma da mídia. Em alguns casos, nossa grande contribuição é compartilhar com o cliente o caminho percorrido pela criação do briefing à peça. Quando somos bem sucedidos em contar essa história, conseguimos fazer o cliente explicar porque ele amou o trabalho. E não estou falando de “retroplanejamento” ou PowerPoint de defesa de campanha.

E, por último, quando as expectativas são muito altas em relação a qualquer coisa: área, atividade ou produto, a entrega tem que ser muito, mas muito boa mesmo. E só se consegue entregar consistentemente bem quem gosta não só da vitória, mas também da preparação. E essa talvez seja a minha ambição particular frente ao CPMG: promover a importância não do Planejamento, que já está bem vendida, mas da preparação e do gosto da busca pela informação, reflexão, discussão e da nossa própria evolução frente aos enormes desafios que cercam nosso ofício.

Adriana Machado

Presidente do CPMG

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